Nem Pessimismo, Tampouco Otimismo

07:31:00 0 Comments A+ a-



Martin Heidegger foi um filósofo, escritor, professor universitário e reitor alemão. Foi um pensador seminal na tradição continental e hermenêutica filosófica, e é "amplamente reconhecido como um dos filósofos mais originais e importantes do século XX.

Nem Pessimismo, Tampouco Otimismo


Assista Antonio Abujamra recitando o trecho:



“Quando a tecnologia e o dinheiro tiverem conquistado o mundo; quando qualquer acontecimento em qualquer lugar e a qualquer tempo se tiver tornado acessível com rapidez; quando se puder assistir em tempo real a um atentado no Ocidente e a um concerto sinfônico no oriente; quando tempo significar apenas rapidez online; quando o tempo, como história, houver desaparecido da existência de todos os povos; quando um esportista ou artista de mercado valer como grande homem de um povo; quando as cifras em milhões significarem triunfo — então, justamente então — reviverão como fantasma as perguntas: para quê? Para onde? E agora? A decadência dos povos já terá ido tão longe, que quase não terão mais força de espírito para ver e avaliar a decadência simplesmente como… — decadência. Essa constatação nada tem a ver com pessimismo cultural, nem tampouco, com otimismo… O obscurecimento do mundo, a destruição da Terra, a massificação do homem, a suspeita odiosa contra tudo que é criador e livre, já atingiu tais dimensões, que categorias tão pueris, como pessimismo e otimismo, já haverão de ter se tornado ridículas.”

— Martin Heidegger, in "Introdução à Metafísica".

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18 Pensamentos de Arthur Schopenhauer

13:56:00 0 Comments A+ a-



Arthur Schopenhauer nasceu na Alemanha em 22 de fevereiro de 1788 e morreu em 1860. Seus pensamentos pessimistas sobre a vida, regida pela vontade, foram sua maior marca. Sua obra mais conhecida, "O Mundo como Vontade e Representação", caracteriza o mundo como uma maligna vontade metafísica. Apesar de todo esse mau humor, os pensamentos de Schopenhauer são frequentemente vistos em posts de autoajuda no Facebook.

“As pessoas comuns pensam apenas como passar o tempo. Uma pessoa inteligente tenta usar o tempo.”

Arthur Schopenhauer

"Quanto menos inteligente um homem é, menos misteriosa lhe parece a existência.”
Arthur Schopenhauer


“Quanto mais elevado é o espírito mais ele sofre.”Arthur Schopenhauer

“Quem não tem medo da vida também não tem medo da morte.”

Arthur Schopenhauer


A vida é um processo constante de morte"

Arthur Schopenhauer


“Sentimos a dor mas não a sua ausência.”

Arthur Schopenhauer


“Em vez de estarmos sempre e exclusivamente ocupados com planos e cuidados para o futuro, ou de nos entregarmos à nostalgia do passado, nunca nos deveríamos esquecer de que só o presente é real e certo; o futuro, pelo contrário, apresenta-se quase sempre diverso daquilo que pensávamos.”

Arthur Schopenhauer



“O homem nunca é feliz, passa a vida inteira lutando por algo que acha que vai fazê-lo feliz. Não consegue e, quando consegue, fica desapontado: ele é um náufrago e chega ao porto de destino sem mastros nem cordâmes. Não interessa mais se ele foi feliz ou infeliz, pois a vida foi sempre apenas o presente, que estava sempre sumindo e agora terminou.”
Arthur Schopenhauer


“Os eruditos são aqueles que leram nos livros; mas os pensadores, os gênios, os iluminadores do mundo e os promotores do gênero humano são aqueles que leram diretamente no livro do mundo.” Arthur Schopenhauer


“No fundo, apenas os pensamentos próprios são verdadeiros e têm vida, pois somente eles são entendidos de modo autêntico e completo. Pensamentos alheios, lidos, são como sobras da refeição de outra pessoa, ou como as roupas deixadas por um hóspede na casa.”
Arthur Schopenhauer

"Em geral, chamamos de destino às asneiras que cometemos."
Arthur Schopenhauer 

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Qual a diferença entre ter ideias próprias e ter opinião?

15:26:00 0 Comments A+ a-

Você possui uma voz ou um eco? Você tem ideias próprias ou simplesmente copia o que ouviu por aí? Nesse podcast da Nova Acrópole, Lúcia Helena Galvão nos ajuda nessas reflexões e nos ajuda a entender um pouco o quebra-cabeça da mente humana.
Detalhe da obra "Criação de Adão" afresco famoso de Michelangelo
Lúcia Helena Galvão Maya é professora de filosofia da organização Nova Acrópole do Brasil. Há 30 anos na instituição, é uma das palestrantes mais antigas e ativas. Nascida no Rio de Janeiro, reside hoje em Brasília, onde ministra aulas sobre os mais variados temas: ética, sociopolítica, simbologia, história da filosofia, entre outros. Poetisa, já publicou quatro livros, além de produzir artigos e crônicas frequentemente publicados pela imprensa de todo o país.

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