Lívia Barbosa | Consumo: porque a gente é assim?

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Os objetos de consumo são elementos de distinção, de expressão da identidade pessoal (ou de uma classe), e essa definição atravessa épocas e culturas. Há, entretanto, claros limites ambientais, sociais e econômicos ao atual modelo de consumo, que precisa passar a levar em conta esses limites. Como lidar com o paradoxo de ter um consumo voltado para o bem estar coletivo mantendo o processo de construção da identidade individual? Ou a relação entre consumo e a identidade numa sociedade sustentável seria apenas o outro lado da mesma moeda, ou seja, mudariam os objetos de distinção, mas continuaria a haver a valorização da distinção?

Café Filosófico com Lívia Barbosa, dentro do módulo A transformação do indivíduo para a construção da sociedade sustentável do futuro, de Helio Mattar.

Lívia Barbosa
É doutora em Antropologia Social pela UFRJ, com pós-doutorado na Universidade de Tóquio. É diretora de pesquisa do Centro de Altos Estudos da Escola Superior de Propaganda e Marketing e foi professora visitante na York University (Inglaterra) e na Notre Dame University (EUA). É autora e co-autora de vários livros, entre os quais Cultura, Consumo e Identidade, O Brasil não é para Principantes e Consumo: Cosmologias e Sociabilidade.

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